terça-feira, 4 de junho de 2013

Real vs Virtual

Boa noite, 

De há uns dias para cá tenho andado a ler alguns documentos que abordam o assunto do real em oposição ao virtual, tanto que ontem publiquei um post que abordava este mesmo tema e hoje decidi partilhar algumas das minhas opiniões com vocês.



Estas minhas opiniões são baseadas nos textos de Maria Elisa Sayeg - "A interação no cyberespaço: Real ou Virtual" e de Renato Souza - "O que é, realmente, o virtual".
E a verdade é que a maior verdade que retiro destas leituras é que as tecnologias não nos são prejudiciais, prejudicial é o uso que fazemos destas e o quanto deixamos que estas se apuderem de nós e do nosso mundo real. Segundo Sayeg (2001), os processos de comunicação hoje em dia são bastante diferentes de há algumas décadas atrás, sendo que isto se deve em muito à revolução que se deu no campo das tecnologias. Com esta revolução é-nos agora possivel comunicar com pessoas dos pontos mais longíncuos do mapa, a uma velocidade extraordinária, sem que tenhamos que sair das nossas quatro paredes. A parte melhor de toda esta modificação nos processos de comunicação é que, ao termos contacto, com pessoas nos mais variados pontos do mundo, aprendemos muito mais, aprendemos e passamos a conhecer várias realidades, várias perspetivas, várias culturas, pessoas diferentes entre si e que nos ajudam a conhecer essas diferenças e assim sendo nos ajudam nos processos educativos e na troca de saberes. 
Nisto, e neste facilitismo, existem as coisas boas e aquelas que podemos apelidar de menos boas. As boas passam pelas relações que podemos estabelecer, pelos contactos que conseguimos manter, pelos ensinamentos que recebemos e transmitimos, pelas coisas que aprendemos e pelo facto de termos tudo tão próximo, mas as menos boas também existam e na minha opinião quando se deixa de viver o real para se viver em frente a um dispositivo electrónico a vida pessoal é bastante afectada e penso que a maior parte de nós não é isso que quer. É preciso o virtual mas é igualmente preciso ter-se a consciência de que, esse mesmo virtual, em nada pode pôr em causa aquilo a que nos propomos fazer no nosso mundo real.





E vocês o que pensam? 

Obrigada
Cátia Medeiros

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