Mais uma entrada que venho adicionar ao meu Blog.
Em primeiro lugar é importante que se refira que o ensino online pode assumir vários modos. Este e a aprendizagem por média tem várias diferenças, porém têm também em comum a capacidade de trazer os alunos em tempo útil ao contacto com os conteúdos e com os seus pares sendo a distância transaccional reduzida. Geralmente, as diferenças relevantes entre média e modos de interação no ensino e na aprendizagem são denominados de ferramentas para que se evitem distinções desnecessárias entre estes dois conceitos. Assim podemos identificar várias ferramentas sendo que cada uma destas possui pontos fortes bem como pontos fracos. A impressão e texto por exemplo é uma ferramenta que acarreta vários pontos fortes de entre os quais se podem destacar a título exemplificativo os custos, uma vez que imprimir é um dos mais baixos custos das tecnologias one-way, ou mesmo a estabilidade, uma vez que o texto impresso e os materiais online podem ser reorganizados com relativa facilidade através do comando cortar e colar com a utilização de processadores e editores. Á parte disto transporta junto a si também pontos fracos como o facto de a impressão não ser interactiva o que conduz a uma certa passividade e a uma aprendizagem mecanizada. Outra ferramenta que podemos identificar são os gráficos e o vídeo sendo que várias pesquisas mostram que os gráficos podem aumentar a motivação dos utilizadores quanto a determinado conteúdo. Os princípios gerais dos gráficos incluem visuais que enfatizam os detalhes relevantes que para a aprendizagem são mais eficazes, uma vez que muitas imagens desnecessárias podem acabar por distrair. Assim, detalhes supérfluos podem acabar por adicionar tempo à aprendizagem sem aumentar a realização e aumentando o tempo de transferência. A cor é um dos elementos que normalmente se espera em materiais instrucionais online, mas os designers e os utilizadores devem estar sempre conscientes de que a cor pode acabar por confundir.
Já pensaram bem? O ecrã do computador é um terço de um pedaço de papel na área de exibição e a maioria dos dispositivos de exibição são menos nítidos do que as melhores impressoras, assim quero com isto dizer que as melhores impressões podem não funcionar quando transferidas para publicar online. Deste modo existem vários factores fundamentais a ter em conta sendo a posição como a informação está disposta no ecrã uma delas. Outra é por exemplo o facto de deve-se utilizar fundos de cores únicas contrastando esta cor com a cor do texto.
Outra ferramenta que creio que importa referir é a videoconferência, uma vez que esta, entre outros factores acrescenta uma sensação de envolvimento direto e presença física entre os alunos geograficamente dispersos, providencia oportunidades de aprendizagem interativa e ao vivo para lugares distantes, incluindo a disponibilização de especialidades na totalidade a alunos distantes e elimina ou reduz, pelo menos, o tempo de viagem.
Uma outra ferramenta a destacar será o áudio. Dentro deste podemos falar de vários dispositivos, nomeadamente IPod’s, leitores de MP3 e mesmo VoIP. O uso do áudio no ensino ergue desafios técnicos no que diz respeito ao armazenamento e à largura da banda larga. Esta pode ser uma ferramenta útil no ensino em várias situações, como por exemplo: um sumário áudio dos conteúdos anteriores pode ajudar a recordar, a memorizar e acaba mesmo por promover a formação de conceitos. O áudio pode ser mais motivador do que simplesmente a impressão e ao se juntar a esta pode ser uma alternativa poderosa e uma grande ajuda ao estudo e leitura individual.
Concluindo, a aprendizagem online quase sempre esta associada a uma aprendizagem pela internet uma vez que esta tem a capacidade de ligar os participantes com a informação e entre eles próprios. Esta é uma ligação evidentemente poderosa e um grande veículo de comunicação oferecendo bastantes meios para atrair a atenção dos alunos e apresentando oportunidades em focar percepções e chamadas imediatas. É um meio que está sempre em evolução a cada dia e sempre a ser atualizado e melhorado de modo a que seja possível resolver fragilidades que surgem.
Cátia Medeiros

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